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O que é melhor para mim? Curso ou Atendimento?

Curso ou Atendimento?

Olá, neste artigo gostaria de esclarecer sobre consulta e curso. Recebo muitos e-mails de pessoas dizendo que precisam fazer meus cursos para tratarem alguma situação de sua vida.

Podemos dividir em três tipos a utilização de Técnicas de expansão da consciência: Cursos de Formação, Workshops e Atendimentos.

Cursos de Formação

Os Cursos de Hipnose e Regressão que ministro tem como objetivo ensinar as técnicas para que profissionais da área de saúde e terapeutas possam utilizá-la em seus atendimentos, ou seja, se enquadram como Curso de Formação (Livre).

Workshops – Imersões

Existem cursos, normalmente imersões, que utilizam técnicas de hipnose, regressão, renascimentos, constelação familiar, PNL entre outras, e que tem como objetivo despertar o autoconhecimento e a melhoria de qualidade de vidas. Não gosto muito do termo Curso para estes eventos, prefiro imersão ou workshop.

Nestes eventos normalmente as vivências (regressões, Relaxamentos, Reprogramações mentais) são feitas em grupo, sem um acompanhamento individual e para algumas situações e pessoas se faz necessário participar de um programa de atendimento individualizado.

Casos como Fobias, depressão profunda, Stress Pós-Traumático, TOC, e problemas muito específicos

Consultas ou Atendimentos

Os programas de imersão podem ajudar muitas pessoas, mas quando a indicação é um programa individual os efeitos de melhora momentâneos ou limitados. Nestes casos é necessário que se entenda o problema de uma forma mais ampla e se explore as causas para se obter resultados duradouros.

Acredito que este artigo ajudará as pessoas a se orientarem sobre o assunto.

Atualmente estou fazendo atendimentos presenciais em Curitiba e para as pessoas de fora ofereço a opção via internet através do Skype, este tipo de atendimento tem se mostrado muito eficaz.

Os Cursos (formação) são oferecidos nas modalidades online e presencial.

Para mais informações acesse:

Atendimentos Presenciais: http://hipnoseeregressao.org/consulta/

Atendimentos Online: http://hipnoseeregressao.org/atendimentos-online/

Cursos: http://hipnoseeregressao.org/sobre/

Ou ligue e agende sua consulta (41) 9838-7873 (Tim) (41) 9189-5802 (Vivo)

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É possível tratar dores com hipnose?

É cada vez mais crescente o número de pessoas que sofrem com dores crônicas. Este tipo de dor se caracteriza por persistir mais de três ou mais, sem que haja causas para isto. Exemplos de dores crônicas são: dores na coluna, articulações, doenças reumáticas, fibromialgia, dores de cabeça, etc…

Segundo o Dr. Drauzio Varela, cerca de um terço da população apresentará algum tipo de dor crônica durante a vida. Ainda segundo o Dr. Drauzio, “Dor crônica é uma doença debilitante com consequências nefastas para a condição física, psicológica e o comportamento. Seus portadores desenvolvem depressão, deficiências  psicomotoras, lembranças e sensações de perda que muitas vezes guardam pouca relação com o quadro doloroso.”

Em recente pesquisa realizada pela USP, evidenciou-se que em São Paulo cerca de 29% das pessoas sofrem com dores crônicas, sendo que a dor nas costas e na cabeça são as que se destacam.

A hipnose é uma excelente técnica quando o assunto é dor. Como o que sente a dor é o cérebro, pode-se utilizar a sugestão hipnótica para o alívio da dor. No entanto, a dor aguda jamais deve ser tratada somente com a hipnose, as causas e um correto tratamento clínico se faz necessário. Sempre digo que não adianta tirar a dor de dente se o necessário é se tratar o canal. Mesmo os anti-inflamatórios são necessários para que além de aliviar a dor diminuam a inflamação para que se possam realizar os procedimentos.

Quer experimentar ou conhece alguém? Maiores informações e inscrições envie um e-mail para murillo@hipnoseeregressao.org ou ligue (41) 9228-0033 (Vivo) ou (41) 9838-7873.

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Vou ser obrigada(o) a comer cebola? Eu vou voltar?

Olá, hoje eu vou falar um pouco sobre os mitos da hipnose. O que gosto de chamar de pré-conceitos, ou seja, o que as pessoas entendem por hipnose previamente, por terem ouvido falar ou até por imaginarem o que seja, mesmo sem ter lido ou conversado com alguém estudioso no assunto.

Os shows de hipnose foram importantes na minha vida, no meu caso me fizeram buscar conhecimento para entender se tudo isso realmente existia ou era simulação. O incrível é que não somente me aguçou a curiosidade como me tornou um especialista no assunto através de quatorze anos de prática e estudos.

As mesmas demonstrações que me motivaram e incentivaram a ciência a estudar os fenômenos provocados pela hipnose, fazem com que muitas pessoas não possam se beneficiar deste processo amplamente reconhecido cientificamente. Infelizmente em alguns shows percebemos que o mais importante para o “artista” é demonstrar o seu “poder” e não o poder da mente da pessoa que está a sua frente. Este ego inflado imagina que é o máximo no palco, felizmente temos excelentes Hipnólogos de Palco que transmitem de forma correta esta técnica cientifica, como exemplo, o meu primeiro mestre Fabio Puentes, a quem sempre admirarei. Fabio está sempre evidenciando os benefícios e as utilizações nas áreas de saúde, ele me ensinou: “cuidado com o ego, quem pratica a hipnose tem a falsa sensação de poder, e isto pode derrotar esta pessoa…”

Os fenômenos de alucinação, anestesia, catalepsia, amnésia e outros só vem a confirmar o quanto podemos através de nossas mentes estrar criando situações em nossas vidas onde vemos coisas, nos sentimos anestesiados, paralisados e esquecemos até de nossos potenciais.

Sim, o que hipnólogos respeitosos fazem no palco é verdadeiro, mas somente as pessoas que se predispõe a participar entram neste show. Afinal, você conhece alguém que sendo homem tenha se vestido de mulher, ou vice versa, para participar de uma festa? Ou de alguém que tenha se fantasiado de macaco ou qualquer outro animal? Eles estavam hipnotizados? Estavam sendo forçados a fazer isso? E, será que eles continuaram daquele jeito até hoje? Será que eles voltaram?

Cabe aos terapeutas e profissionais que trabalham com estas técnicas inspirar, despertar as pessoas de seus estados limitadores. Através do autoconhecimento, chegar a auto-cura. Nossa mente é muito poderosa, pode nos ajudar nos momentos mais difíceis e se aliarmos ainda com uma crença Divina, nada nos impedirá de chegar onde realmente queremos e merecemos.

Que tal experimentar?

Murillo Cucatto

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Hipnose e Religião – Isso acontece?

Hipnose e Religião
Em palestras e cursos que leciono esta é uma pergunta comum, afinal que relação existe entre hipnose e religião? E eu respondo, todas as relações possíveis. Não com os mitos que estamos acostumados a ouvir, mas com o que tem de mais profundo, o contato com o nosso subconsciente, e se preferir com nosso Eu Superior.
O estado de transe, se entendido de uma forma cientifica, nos proporciona uma alteração de frequência cerebral, “entramos em Theta”. Estamos acostumados a ouvir “entrar em alfa”, estado onde a frequência cerebral varia de 8 a 12 ciclos por segundo. Em estado Theta a frequência cerebral é mais baixa, entre 4 e 8 ciclos por segundo. E quando dormimos (sono REM) abaixo de 4 ciclos por segundo. O Estado Theta se caracteriza pela concentração de atenção em alguma coisa, então, mesmo quando não estamos “em estado de trase”, mas estamos concentrados, esta frequência cerebral predomina.
Entrar em transe significa estarmos com a atenção focada somente no que acontece dentro de nós. Nada que acontece ao nosso redor nos incomoda ou tira a nossa atenção. Desta forma, quando assistimos a televisão, ou lemos um livro, ou fazemos uma oração de forma tão concentrada que só nos interessa o que acontece interiormente, entramos em um estado
ampliado de consciência. Se adicionarmos músicas de louvor, emoção e fé, este estado se amplia e é neste estado que nossa mente pode mais ainda nos ajudar a alcançar nossos objetivos. A palavra religião, de Religare, em latim, nos remete a Re-Ligarmos com Deus, e eu acredito que Deus está em tudo, principalmente dentro de nós.
É por isto que a religião e a hipnose possuem um estreito relacionamento. O importante não é a hipnose ou a religião e sim a que se emprega esta fé. Qual o real objetivo de quem prega e de quem segue uma doutrina?
Siga o seu coração e ouça a sua razão. Não se deixe influenciar por maus pregadores, perceba se o interesse pelo dinheiro vem antes ou depois dos principais valores e princípios religiosos.
E por fim, tenha fé!
Murillo Cucatto.
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7 Dicas – Como Escolher um Curso de Hipnose

Este artigo não tem a pretensão de ser a única verdade, e sim orientar na escolha, não só de um curso de hipnose, mas em qualquer tipo de curso.

1.       Saiba exatamente o que o leva a fazer um curso.

Quais seus objetivos. É curiosidade e quer aprender? É para uso profissional ou pessoal? É para conhecimentos gerais? Quer que seja mais teórico do que prático? Etc…

Isto vai nortear sua escolha.

Se você ainda não teve contato com a hipnose, procure cursos que te iniciem à prática e a teoria. Ainda assim se desejar este curso para alguma coisa específica como tratamento de fobias, regressão, emagrecimento, e outros, verifique se em seu conteúdo você irá aprender também as induções e as estratégias.

Se for para uso profissional, o que mais importa a você é a certificação por uma instituição que o seu conselho recomenda? O conhecimento possível de ser utilizado em consultório? Ou você tem outras necessidades?

2.       Escute e Pesquise

Procure assistir vídeos, ler depoimentos, conversar com o facilitador/professor e se possível com alguém que tenha feito o curso. Saiba como foi o aproveitamento e se está alinhado com as suas necessidades e requisitos. O marketing por vezes nos faz ter escolhas equivocadas, então escute a opinião de quem já fez.

3.       Analise o custo/benefício

Nesta etapa você já terá em mente alguns cursos que mais te interessam.  Se você já tem contato com a hipnose e quer se aprofundar, aumentar seus conhecimentos, então vá em frente. Pode buscar algo mais específico ou não. Neste caso o preço pouco importa. Adeque o investimento ao seu orçamento.

Se ao contrário você ainda busca o contato com diversas visões e quer aprender para se sentir mais seguro e até mesmo trocar experiências, busque algo mais acessível, porém que tenha valor agregado.

Outra alternativa, é buscar conhecimentos em vídeos e na internet. Existem excelentes materiais disponíveis e o investimento pode ser zero ou muito baixo. Verifique somente a veracidade e fidedignidade das informações e de quem as está publicando.

4.       Procure por valor não por preço.

Lembre-se, nem sempre o mais caro é o melhor, e vice-versa.

5.       Teoria e Prática na medida certa

Dê preferencia a cursos que estimulem mais a prática do que a teoria, principalmente no início de seus estudos. Que tenham a teoria na medida certa. Ficar horas e horas falando sobre os principais nomes, história, e outras coisas que podemos encontrar na literatura e na internet, pode nos fazer perder um tempo precioso. Por isto, eu afirmo, teoria na medida certa, e complementando com dicas para estudo como: bibliografia, sites, materiais complementares, etc.

Aprendi nas obras de Richard Bandler uma coisa que chamou a atenção. Você aprendeu antes a falar ou estudou gramática? Você estudou antes a teoria para depois praticar? Como seria se tivéssemos de ter que aprender primeiro a gramatica? Estaríamos falando hoje?

Realmente acredito que isto pode ser aplicado a quase tudo na vida, não tudo, mas a muitas coisas. Então aprender a teórica sob medida e incluir muita prática torna mais possível a sua utilização no dia a dia, pela simples agregação pelo inconsciente.

6.       Depois de fazer um curso, não pare por aí

É um erro pensarmos que um curso possa nos dar conhecimento suficiente.  Faça com facilitadores diferentes, eles tem experiências diferentes a compartilhar, formas diferentes de ensinar. Um curso complementa o outro e reforça os mesmos aprendizados. Lembre-se, também aprendemos por repetição.

Se não tiver possibilidades de fazer cursos estude, leia livros, assista a vídeos, atualize-se.

7.       Atualize-se no mesmo curso

Quando puder faça uma reciclagem do mesmo curso com o mesmo instrutor. Verá que será diferente. Terá experiências diferentes. Por vezes novo conteúdo são inseridos. É como assistir um filme ou ler um livro pela segunda vez. Coisas que passaram desapercebidas agora se tornam mais claras. Experiências não vivenciadas enriquecem nosso conhecimento, e por aí vai.

E agora é só seguir em frente. Espero que eu possa ter contribuído de alguma forma para que você possa livremente fazer suas escolhas em qualquer curso que deseje fazer, independente se é ou não de hipnose.

Caso tenha algo para enriquecer este artigo, envie um comentário para que possamos publicá-lo.

Sempre à disposição,

Murillo Cucatto

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Os políticos usam Hipnose?

Ontem estava conversando com o seu Aramis Chain em sua livraria, e ele com toda sua sabedoria e simpatia me fez uma pergunta que era ao mesmo tempo uma sugestão. Ele disse: “Murillo, gostaria de te dar uma ideia de como começar o seu curso. Você pode até dizer assim: estava na Livraria do Chain e o seu Chain me perguntou: Tem como hipnotizar os senadores para que eles comecem a faze mais coisas por nós?”. Sinceramente, eu não esperava esta pergunta, e isto me remeteu a alguns princípios que comento no curso de Hipnose Clássica. Couè mencionou: “uma emoção mais forte sobrepõe uma emoção mais fraca”, e então eu o disse. Infelizmente, acho que não. Eles já estão hipnotizados por algo muito mais forte.

Esta conversa me fez escrever este artigo. Será que os políticos se utilizam de linguagem hipnótica? A resposta é sim. Mesmo que eles não saibam. A hipnose é apensa uma forma de linguagem para se obter o resultado que desejamos. Se me comunico eficazmente, com a forma de linguagem, o tom de voz, expressão corporal, linguagem artisticamente vaga, espelhamento, e outras técnicas, os resultados são ampliados em muito.

Técnicas como a indução por comando verbal utilizam o principio de falarmos de algum assunto específico em que a opinião seja quase universal, como exemplos: “a educação está precisando de mais incentivo”. “Ninguém mais consegue suportar a falta de segurança neste país”. Quando alguém fala em sequência coisas que concordamos e após umas quatro frases onde estamos de pleno acordo, nosso cérebro tende a acreditar que a quinta afirmação seja verdadeira. Então o político diz: “Eu sou a solução para seus problemas…” A tendência da maioria das pessoas é de aceitar inconscientemente esta sugestão.

Evidente que não podemos generalizar, existem políticos com boas intenções, talvez seja a minoria, mas existem. Porque eles não poderiam se utilizar desta linguagem e assim ultrapassar aqueles que se elegem em causa própria?

Fico então imaginando, e se todos nós soubéssemos disto? Que por trás de uma comunicação, de uma propaganda, de uma declaração, e de muitas outras coisas existe uma forma sútil de nos convencer a fazer algo. Será que votaríamos diferente? Será que consumiríamos de outra forma?

Enfim, cabe a cada um de nós decidirmos o nosso caminho!

Fique na Luz!

Murillo Cucatto

P.S. Agradeço ao seu Chain, que com seus 70 anos sempre me recebe como se me conhecesse desde que nasci. Ele recebe assim todas as pessoas que recebe, mesmo que não as conheça. Agradeço por suas perguntas. A cada dia me convenço que pessoas sábias, fazem pergunta que nos enriquecem. Que não precisam de muito tempo para te ensinar algo. Que sempre se colocam como amigos, sem mesmo te conhecer. Mais uma vez, OBRIGADO!
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Afinal, para que serve fazer regressão?

Muitas pessoas tem esta dúvida, então resolvi esclarecer alguns pontos.

Apesar de a maioria das pessoas buscarem a regressão por problemas de saúde este processo pode, e deve, se utilizado para melhorar as habilidades em que já somos bons, ampliar os resultados em esportes, atingir autoconhecimento, programações mentais positivas, prevenção de depressão e ansiedade, melhoria nos resultados em aprendizagem entre outros.

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Será que eu vou voltar?

Esta é uma das perguntas mais comuns quando se fala de Regressão é esta: “Será que vou voltar?”.

Para responder a esta pergunta faz-se necessário primeiro entender o que é regressão. A regressão nada mais é que uma lembrança que temos de fatos do passado. Estes momentos podem ter ocorrido um minuto atrás ou há anos, não importa o período, é uma relembrança.

Quando falamos de terapia regressiva temos como objetivo relembrar situações do passado que em estado de vigília não conseguimos lembrar, uma das técnicas para possibilitar esta viagem ao nosso subconsciente é a hipnose. Em estado ampliado de consciência podemos acessar estas memórias e assim entendermos o que causa os problemas que enfrentamos nos dias de hoje e que muitas vezes tem origem em um passado remoto. Exemplificando, quando uma pessoa adulta sente fobia por aranha, sabe racionalmente que pode simplesmente matar a aranha, ou ecologicamente falando, pode ignorá-la ou até removê-la para um local seguro. Porém algo acontece dentro dela, o coração e a respiração aceleram, suor frio nas mãos, vontade de correr, reações incontroláveis, reações provenientes do subconsciente, uma programação mental por vezes incorreta. Imagine que uma das hipóteses para isto seja uma experiência que ocorreu quando esta pessoa era criança e tinha apenas três anos de idade.

Estava brincando, sentadinha e cutucando um escorpião com um pauzinho quando a sua mãe chegou gritando: “SAIA DAÍ! É PERIGOSO! ESSE BICHO MATA!”. A criança sem entender muita coisa foi programada em frações de segundo a se defender de bichos, pois afinal de contas eles matam. E foi a sua mãe que disse isso. Esta programação e a intenção da mãe foram positivas enquanto esta pessoa foi criança. Afinal de contas se a criança encontrasse uma cobra não teria a consciência do perigo que isso representaria. A preservação de nossa espécie é garantida por este instinto de proteção. O objetivo da regressão é de proporcionar em estado ampliado de consciência a revivência deste momento na infância e assim resignificar através de uma reprogramação mental o fato do passado.

Você pode relembrar o que fez no final de semana passado? Se sim, lhe pergunto: Qual o risco  de você não voltar desta lembrança? O mesmo acontece na regressão. O mito pode ter surgido das Terapias de Vidas Passadas (TVP), que supõe que a pessoa revive momentos de outras vidas. O lembrar-se de outras vidas não significa que e espirito se desliga do corpo e viaja no tempo, mas somente que relembrou uma suposta vida passada. Enfim, a diferença esta no tempo, enquanto a regressão vai até o momento da concepção e vida intrauterina, a TVP vai além disto, mas este é um assunto para outro artigo.

Espero ter desmistificado um pouco a Terapia Regressiva e espero que você possa se beneficiar dela em algum momento de sua vida.

Por Murillo Cucatto
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Você já foi Hipnotizado?

A palavra hipnose transmite à maioria das pessoas uma imagem de magia, mistério e esoterismo. Os shows na TV demostram que o hipnotizador, aparentemente, domina as pessoas, que passa a exercer um poder sobre elas e que pode sugeri-las a fazer qualquer coisa. As pessoas têm medo de perder a consciência e acreditam que terão amnésia ao acordar. Mas a maioria sente um bloqueio porque acha que será ridicularizada pelo hipnotizador, imitando uma galinha, por exemplo, ou que serão levadas a algum comportamento que entre em choque com princípios éticos e morais, obedecendo à ordem para tirar toda a roupa num local público ou beijar um desconhecido. Alguns apresentadores misturam hipnose e mágica e então o show está completo. Na verdade muitos dos fenômenos apresentados são verdadeiros, mas não apresentam funcionalidade em uma sessão

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